sexta-feira, 12 de março de 2010

Cinema - Robin Hood

Outro filme de destaque desse primeiro semestre é Robin Hood, do diretor Ridley Scott.



O filme promete uma história jamais contada sobre como o ladrão se tornou a lenda.
Na trama, Robin (Russell Crowe) retorna das Cruzadas e encontra uma Inglaterra corrompida por suas relações com a França e uma cidade de Nottingham oprimida por altos impostos e desmandos do xerife local (Matthew Macfadyen). Também participa do filme Kate Blanchett, como Laid Marian. A estreia mundial está marcada para 14 de maio.

Só a título de curiosidade: Ridley Scott e Russell Crowe também trabalharam juntos no ótimo Gladiador. É esperar pra ver se a parceria renderá um bom filme novamente.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Cinema - Prince of Persia

Saiu o poster final do filme Prince of Persia: as areias do tempo. Não ficou muito diferente dos que já saíram, mas mesmo assim vale dar uma conferida:



A produção é da Disney e os trailers lançados ficaram bem legais. O filme tem Jake Gyllenhaal como o Príncipe Dastan, Ben Kingsley como o vilão Nizam e Gemma Arterton como a Princesa Tamina.

A expectativa é grande. A caracterização do príncipe ficou muito próxima da do Warrior Within e o efeito da adaga do tempo lembra os poderes de Dastan em Two Thrones. Pelo trailer, também percebe-se que as habilidades do príncipe Dastan lembram as dos jogos, principalmente as partes do Le Parkour. A diferença é que ele está bem menos sombrio que nos jogos da trilogia anterior.

Resta saber se o filme ficou mesmo a altura dos games. Mas isso só vamos saber no dia 28 de maio.

Game - God of War III


O lançamento de God of War III está cada vez mais próximo. A consumação da vingança de Kratos contra os deuses do Olimpo está perto do fim.

Esse foi o jogo que me fez optar pelo PlayStation 3. Quando for lançado farei um review.

Lula cada vez mais infeliz


Como se já não bastasse ter ido a Cuba no dia em que um preso político havia morrido, Lula tinha que ser ainda mais infeliz ao comentar o assunto.

Essa semana, em uma entrevista a Associated Press, Lula disse o seguinte sobre quem faz greve de fome em protesto: "Eu penso que a greve de fome não pode ser utilizada como pretexto de direitos humanos para libertar as pessoas. Imagine se todos os bandidos que estão presos em São Paulo entrassem em greve de fome e exigissem liberdade. Nós temos que respeitar a determinação da Justiça e do governo cubano de prender as pessoas em função da legislação de Cuba".

Caramba, como uma pessoa que viveu as desgraças de uma ditadura pode comparar um preso político a bandidos? É o cúmulo. O pior de tudo foi o Amorim defender que o fato foi uma auto-crítica. Em que sentido? A frase parece uma crítica às reclamações das organizações de Direitos Humanos. Ora, o Brasil é um país que tenta viver uma democracia plena. É inconcebível apoiarmos leis que impeçam a livre expressão do pensamento, ideias e opiniões.

Não sou a favor de embargos, cortes de relações diplomáticas, nem nada do tipo. Isso não resolve. No caso de Cuba, dá apenas mais munição para Raul e Fidel Castro manterem a ditadura. Temos, sim, que lutar para que esse tipo de ataque à liberdade das pessoas seja extinto em todo o mundo. A amizade entre Lula e Fidel Castro não pode ser um mero pretexto para fecharmos os olhos a esse tipo de situação. O mesmo vale para a Venezuela e o Irã, de quem Lula está tão próximo.

Veja como sou tucana

Estão cada vez mais incríveis as edições da Veja. Eis uma publicação que não faz a mínima questão de esconder sua preferência política.

Essa semana, na reportagem intitulada "À espera do voo tucano", o repórter Otávio Cabral esqueceu-se de detalhes importantes da semana do governador de São Paulo. Foi omitido o seguinte: na quinta-feira da semana passada, Serra foi a Belo Horizonte, para inauguração da Cidade Administrativa, obra do governador Aécio Neves. Era mais uma tentativa de convencê-lo a formar uma chapa puro-sangue do PSDB para disputar a presidência. Até aí tudo bem. O problema é que a Veja esqueceu-se de mencionar o constrangimento pelo qual Serra passou durante a cerimônia. Simplesmente os mineiros começaram a gritar: "Brasil pra frente. Aécio presidente". Serra ficou com "cara de tacho", como se diz lá no Nordeste. Mas a Veja não achou o fato importante. Uma pena. É melhor esquecer os "detalhes sórdidos"...

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Castlevania: Lords of Shadows



Quando vi o trailer do Castlevania: Lords of Shadows, decidi que definitivamente preciso entrar na nova geração.

Eis o porquê:



Lords of Shadows coloca o jogador na pele de Gabriel Belmont na busca por uma máscara que pode trazer de volta sua mulher assassinada. O jogo está previsto para ser lançado em 2010. Entre os dubladores famosos estão Patrick Stwart (o Xavier dos X-men) e Jason Isacs (Lucius Malfoy em Harry Potter). O jogo será lançado em meados de 2010.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Full Metal Alchemist: Brotherhood



Full Metal Alchemist: Brotherhood foi uma grata surpresa. Já tinha visto toda a série anterior e acompanho o mangá, mas é incrível a qualidade dessa nova série. Brotherhood foi lançada em abril com o objetivo de ser fiel ao mangá de Hiromu Arakawa.
São muitas as diferenças em relação essa e a série anterior. Pra começar, há bem mais personagens em Brotherhood. As relações com outros países é mais desenvolvida e os homunculus são bem mais cruéis.
Nos dois animes, Edward e Alphonse Elric quebraram as leis da alquimia tentando reviver a mãe. Acontece que alquimia envolvendo vidas, chamada de transmutação humana, é um tabu terminantemente proibido. Como resultado, Ed perde um braço, Al perde o corpo inteiro. Em troca da perna direita, Ed consegue fixar a alma do seu irmão em uma armadura. O início é o mesmo, mas o desenvolvimento do roteiro segue caminhos diferntes.
Em Brotherhood, Ed e Al também estão atrás de recuperar seus corpos. Para ter mais recursos, Ed se torna um alquimista federal em Amestris, país que vive envolvido em guerras internas e externas.
Por trás dessa busca, os dois irmãos descobrem que por trás das decisões políticas de Amestris, estão os homunculus e um ser chamado Pai, que tomou conta do exército. E a jornada de Ed e Al é apaixonante.
O anime já chegou ao 28º episódio e não deixou a peteca cair em momento algum. É incrível como fico esperando a semana seguinte para ver o próximo episódio.
As personagens criadas por Hiromu Arakawa são carismáticas e tem muita personalidade.
Ed e Al são irmãos, tem objetivos parecidos, mas são completamente diferentes. Ed é o irmão mais velho, e se sente reponsável pelo que aconteceu com Al. Em muitos momentos, ele esconde dentro de si seus sentimentons. Sente dúvida em relação as escolhas que tomou e se enfurece quando alguém fala do seu defeito: a altura. Já o Al é mais centrado e decidido. Sente falta de ser um humano completo, mas nem por isso fica lamentando o fato de ser uma armadura vazia.
A amiga de infância dos dois, Winry, além de linda, está sempre lá para dar uma força para os dois, nem que seja para dar uma bronca no Ed por causa do automail, o braço e a perna mecâncica, que ela construiu.
O coronel Mustang é um caso a parte. O cara tem um objetivo de vida e não mede esforços para consegui-lo. Corajoso e fiel aos amigos, ele é responsável por alguns dos momentos mais legais do anime.
Outro personagem que merece destaque é o Scar. De início, um vilão implacável que tira a vida de qualquer alquimista do exército que aparecer pela frente. Mas depois que o passado dele foi revelado, e impossível não torcer por ele. Scar é uma das vítimas da guerra civil de Ishbal, onde o exército usou o poder da pedra filosofal para massacrar a população.
Na segunda fase do anime, há presença dos personagens de Xing, um país vizinho de Amestris, que são fundamentais para a trama, mas não existiram no anime anterior: destaque para o ambicioso Ling, que quer a qualquer custo conseguir a vida eterna.

A qualidade da animação é impressionante e o estúdio Bones acertou a mão no traço e nos efeitos da alquimia. A estória é contada de uma meneira gostosa de assistir. O anime vai do humor pastelão ao drama em segundos. A ação é ótima. Não tem aquelas lutas intermináveis a la Dragon Ball Z. Muitas acontecem em minutos e são memoráveis: destaque para os confrontos entre Ed e Greed e entre Mustang e Lust.

Outro ponto que dá pontos à animação é a trilha sonora, que está ótima, tanto as músicas de fundo, como as aberturas e encerramentos. Qualquer uma delas está disponível no Youtube.

Em suma, Full Metal Alchemist já era uma série superior quando vi da primeira vez, e agora, com uma trama mais política, cheia de intrigas de estado, com personagens carismáticos, situações cômicas e dramáticas na medida certa, me fez ficar realmente empolgado com uma série. Recomedadíssimo.